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22
Apr 10

Y é o X da questão

Geração Y

Geração Y

A primeira vez que ouvi falar de Geração Y foi no Portal da Revista EXAME, quando eles fizeram a primeira pesquisa sobre os tais profissionais impacientes, infiéis e insubordinados, os “ipisilons”, que estavam desembarcando no mercado de trabalho e gerando a maior confusão em pequenas, médias e grandes empresas, nacionais e internacionais.

Um ano mais tarde, organizei um Forum de Líderes com Pedro Carvalho da Authent e trouxemos Bob Wollheim para falar sobre esses “monstrinhos” para um grupo de empresários. Bob arrasou! E eu me apaixonei pelo tema.

De lá para cá, as coisas parecem ter mudado: para pior. O preconceito das gerações anteriores – Tradicionalistas (nascidos antes de 1946), Baby Boomers (1946-1964) e da Geração X (1965-1976) – só fez acirrar as relações e de nada tem contribuído para o aumento da atratividade, retenção e produtividade desta nova força no mercado de trabalho.

O primeiro passo para mudar esta situação todo mundo sabe: conhecer, fuçar, aprender, googar. Poucos dão. Muitos esbravejam. Enfurecer com “impacientes e insubordinados” não vai mudar nada, mas pode piorar muito.

E nem bem começamos a tentar entender a Geração Y e a Z já está a caminho! Em menos de 1 década, os nascidos após 1997, que tem hoje de até 12 anos, estarão estressando ainda mais as atuais esgarçadas relações com as gerações que estão hoje no poder. Diga-se de passagem, que já conhecemos 2 representantes da Geração Z muito bem empregadas: Sasha, filha de Xuxa e Maísa, do SBT.

O que temos pela frente? Muito esforço para a tolerância, trabalho e dinheiro em pesquisa. Afinal, a Geração Y já representa 47% da força de trabalho no Brasil. A título de curiosidade, esta proporção só será alcançada nos Estados Unidos, em 2020! Talvez seja esta a explicação deste assunto não ser tão explosivo em nossa mídia. Se os EUA ostentassem hoje esta proporção, estaríamos ouvindo a ladainha da Geração Y muito mais estridente e constantemente, com muitos gurus gringos palestrando por aqui. Hoje, o assunto lá ainda está na categoria de estudos futuros: “o que vai acontecer em 2020, quando a geração Y representar 50% da força de trabalho?”

Tenho colhido depoimentos bacanas de quem experimentou o primeiro passo para entender a distância entre essas gerações: “me deu mais informações e subsídios para compreender melhor os meus filhos adolescentes”, “me clareou certos conceitos a respeito das gerações X e Y”.

Não se iluda, esta definitivamente não é apenas mais uma rusga de gerações. É a mais abissal!

A palestra 5 Gerações no Mercado de trabalho: Y é o X da questão é minha nova palestra e foi ministrada em março para diretores de RH, no CRA e na Semana do Jovem Empreendedor. Em 2 semanas teve mais de 1.000 acessos no slideshare.
Interessado no assunto? Para acessar o resumo da palestra clique http://bit.ly/9NY581


21
Feb 10

A Cor do Som

A Cor do Som

publicado no jornal PropMark em 22fev10

A Cor do Som era o nome de uma banda brasileira no início de 1977, o mesmo ano do lançamento do Apple II, do Atari 2600, da ópera espacial Star Wars, do Voyager I, da Soyuz 24, do adeus do Pelé ao futebol e ao Cosmos. Também foi o ano em que tranquei o curso de publicidade na ECA para uma viagem que duraria 8 meses, rumo a Nova Iorque, por terra.

Em janeiro daquele ano Bruce Eisner publicou um polêmico artigo na revista High Times, no qual ele revelava sua longa experiência em busca da sintetização do LSD.

As propriedades alucinatórias psicodélicas do LSD, tão procuradas para a “expansão da mente”, nos permitem ver a cor do som, entre outras tantas experiências transcendentais. Sob circunstâncias normais, esta percepção do mundo não nos é permitida, porque não existem conexões no nosso cérebro ligando as cores aos sons, ou os sabores às cores. Menos complexa, a ponte entre o gosto da maçã e a própria maçã é um trajeto percorrido por bilhões de pessoas todos os dias, antes e depois de Newton.

De forma simplista, o LSD reduz o filtro das informações que passam pelo cérebro. A função desse filtro? Censura. Sem a ação do filtro, nossa mente está alegremente livre para criar, e pode construir conexões bizarras entre coisas corriqueiras do nosso dia-a-dia: como cor e som — que ao serem ligados, se transformam em uma nova idéia, um happening multissensorial, uma “viagem”.

Nos anos 50, Robert Rauschenberg, inventou a palavra combines (que hoje faz parte do dicionário) para seus experimentos visuais que combinavam, de forma inovadora, materiais não tradicionais (lixo, pra ser mais explícita). Ali, no vídeo da exposição Robert Rauschenberg, exibido no Instituto Tomie Otake, ele disse algo parecido com “ver coisas novas faz a gente pensar diferente”. E não ficou nas palavras. Auto-financiou um projeto conhecido por ROCI (pronuncia-se Rocky), o “Rauschenberg Overseas Culture Interchange”. Durante 7 anos viajou por 10 países, gastou uns 7 milhões de dólares para encorajar a paz e o entendimento mundial e produziu alguns de seus trabalhos mais fortes.

Faz 33 anos que Elvis morreu (morreu?) e as estruturas “normais” do mundo viraram de ponta cabeça. Conceitos tão simples de serem entendidos, explicados e replicados como trabalho, trabalhador, escritório, colaboração foram e estão sendo redefinidos.

No entanto, as estruturas e diretorias dentro das agências de publicidade pouco mudaram desde aquele dia que eu embarquei no “trem da morte”, rumo à Bolívia, nos idos de 1977. Ah, uma coisa mudou nas agências e todos concordam: a rentabilidade é bem menor! E por que?

Semana passada uma amiga me disse que agora a moda na agência dela não é mais trabalhar sábado e domingo só quando “o bicho pega”. Agora, se trabalha direto, simplesmente porque “pega bem”.

Não me parece que um bando de gente vivendo dia e noite enfiado numa agência possa estar produzindo o futuro da propaganda. Me faz lembrar da cortante frase do intelectual, duas vezes vencedor do Prêmio Pulitzer, Walter Lippmann e dos meus tempos de planejadora na TBWA\: “Quando todos estão pensando igual, ninguém está pensando muito”. Ou da definição de ideia, pelo redator James Webb Young: “uma idéia não é nada mais e nada menos que uma nova combinação de elementos já conhecidos”. No final da década de 40 Young montou a rede internacional da JWT.

Depois de todos estes anos, minha tentativa para “ver claramente”, “fazer combines”, “ROCI” e me livrar das armadilhas emocionais e psicológicas do dia-a-dia do nosso mundinho também é viajar, “Viajar para o Futuro”. Fazer pessoas se transportarem para daqui a 5 anos. Five Years From Now, é o meu negócio.

Portanto, imagine que hoje é fevereiro de 2015, e que estamos, neste momento, lendo em nossos gadgets sobre algumas tragédias do passado: as avassaladoras chuvas do verão de 2010 e o devastador terremoto no Haiti. Não se trata de prever os acontecimentos, mas de ver o presente lá do futuro. Sonhe que somos heptacampeões do mundo, sinta que falta apenas 1 ano para as Olimpíadas no Rio, comemore o sucesso da iniciativa da UNESCO de redução pela metade do analfabetismo adulto no mundo (771 milhões de adultos, a maioria mulheres) e participe da micareta para festejar a erradicação do analfabetismo na América Latina, juntamente com o início do desmatamento zero.

O exercício de viajar para o futuro, nos deixa cada vez mais íntimos deste longínquo-novo-lugar. E cada vez mais à vontade, para sonharmos com um futuro onde ainda tudo pode, tudo vale e tudo combines. Como todo movimento, esse exercício de ir e vir traz músculos que nos preparam mais e mais para estas jornadas. E com certa dose de certeza sobre o futuro, apostamos no presente com mais inventividade e convicção.

Ver o presente lá do futuro pode ser uma forma lúdica e diferente de criar fatos, objetos, protótipos e fazer combinações inexistentes. Aplicar o Código Jedi “There is no ignorance, there is knowledge” (Não existe ignorância, existe conhecimento).

Combinações inusitadas podem causar conversas inesperadas, que levam a imagens imprevisíveis, surpreendentes, não antecipadas. Imagens de novos engajamentos, novos modelos de negócios, formas, formatos, interações, visões. E intermediações entre a marca e o consumidor que façam vibrar as emoções arquetípicas mais profundas. Estas serão as imagens que estarão no páreo do futuro da propaganda.

A propaganda precisa de uma viagem para ser chacoalhada com contrações uterinas, hipotermia, febre, transpiração exacerbada, dilatação das pupilas, superprodução de saliva e muco, insônia, tremores, náuseas, distorções dos sons e experienciar dimensões espaciais e temporais adicionais.

A “cor do som” não é a apologia das viagens lisérgicas, nem das viagens galácticas a la Sir Richard Branson ou da contagem das eras de star wars. Mas viagens que provoquem mudanças cognitivas irresistíveis precisam acontecer. Para que possa surgir um novo universo deste negócio e que no futuro a gente continue a se deliciar e saborear o gosto da propaganda.

Beia Carvalho, presidente e piloto da consultoria de negócios 5 Years From Now®, é uma das convidadas a escrever sobre o Futuro da Propaganda, no jornal PropMark, que publica esta série de artigos em comemoração a seus 45 anos de existência, em 2010.


6
Jan 10

fada madrinha moderna

Beia Carvalho

Consultoria 5 Years From Now é capa!

Consultoria 5 Years From Now é capa!

Fada Madrinha Moderna

Entrevista publicada na Revista Bons Fluidos, JAN2010

Ela não tem vara de condão. No entanto, auxilia as pessoas a transformarem sonhos em realidade. A mágica conduzida por Beia de Carvalho começa com uma instigante pergunta: como será sua vida daqui a 5 anos?

Projetos não concretizados têm o poder de causar uma irritação tremenda em Beia de Carvalho. A empresária paulista é daquelas que sonha alto, mas no instante seguinte põe o plano em prática. Quando todos pensavam que ela iria colocar as pernas para cima e saborear o ócio, após uma trajetória de 25 anos pelas áreas de propaganda, marketing e comunicação de marcas, surpresa! Beia transformou o gosto por planejar o futuro em negócio. Sua proposta é inédita e consiste em convencer mulheres e homens de negócio a parar e refletir sobre os anos vindouros.

Mas, antes de misturar suas poções no workshop denominado Five Years From Now, ela tem de dissolver resistências. “A maioria pensa da seguinte forma: se não estou dando conta de me manter atualizado no aqui e agora, como vou arrumar tempo para pensar no futuro?”

Os que aceitam o convite de começar hoje a construir o amanhã de suas empresas têm de encarar o seguinte questionamento: estamos em 2015, conte o que você fez [em sua empresa] desde 2010. À primeira vista, a tarefa parece simples. Mas, na hora de botar as ideias no papel – sim, o workshop se inicia com a elaboração de uma carta -, as pessoas titubeiam. “É muito difícil refletir sobre o futuro sem um método e um monitoramento”, ela justifica.

No entanto, as travas iniciais se amolecem diante do bom humor e da sagacidade da mediadora, que segura as mãos de seus clientes (atendidos individualmente ou na companhia dos sócios) e os conduz por uma série de exercícios lúdicos. “A essência do workshop é fazer os participantes sonharem acordados”, ressalta. A bateria inclui atividades com baralhos, livre associação de imagens, avaliação de tendências de comportamento e por aí vai. Tudo o que é falado é escrito em cartazes que vão sendo colados nas paredes. E, depois, esses dizeres são submetidos a uma votação, a fim de determinar o que é mais relevante para a empresa”, explica a idealizadora.

Os encontros acontecem no moderno apartamento dessa fada madrinha hiperconectada com o mundo atual. Ali, ela instalou o escritório, colado a uma varanda de onde se pode avistar as árvores de um parque e ainda deitar numa rede. Bem ao lado, fica a sala de TV, brindada com um aconchegante sofá em forma de L. Tudo para que os visitantes se sintam à vontade e possam viajar no tempo, livres de qualquer amarra.

Na sequência, Beia fala sobre a importância de sonhar e, claro, de elencar as ações necessárias para trazer à vida real o que antes apenas habitava a esfera do desejo.

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11
Nov 09

Facebucks?

Let$ FaceBucks Together

Let'$ FaceBucks Together

Para mim, o auge da crise foi em março deste ano.

A coisa ficou preta e a gente não sabia ainda que aquilo era passageiro e que começaríamos a imbicar, ainda que lentamente, nos próximos meses. Meda!

Muita gente reclamando, pouca gente agindo. Eu dizia que as redes sociais eram uma luz no fim do túnel. Principalmente, naquele momento em que o tempo abundava. Principalmente, para os já desempregados.

Foi por aí que inventei o segundo workshop da minha consultoria: “Let’s Network Together”.

Nestes 6 meses de vida, o “Let’s” – como é carinhosamente chamado por mais de 120 empresários, profissionais liberais e executivos, que já fizeram o workshop – mudou a vida de muita gente. Basta dar uma olhada nos inacreditáveis depoimentos que são postados nas redes sociais. E mudou minha vida também. Lógico, que para muito melhor!

Nem todos de todos os grupos se conhecem, mas eu achei que deveriam. Porque muitas deles tem muito a lucrar num encontro tête-à-tête.

Diante da total impossibilidade de convidar uma a uma dessas pessoas a ir tomar um café comigo, surgiu o Let’$ Facebucks Together.

Let’$ FaceBucks Together é mais um ponto de encontro para os nossos negócios. Vamos testar uma ideia inédita: um coffee-break de 4 horas! Você mostra a cara, toma um café no starbucks e tenta fazer uns “buck$” a mais.

Teremos “pessoas-empresas-âncoras” que, juntamente comigo e com a Paola, receberão os nossos convidados, para um café no Starbucks da rua Amauri, das 4-8h da noite, dia 12, 5a. feira.

E você vai encontrar uns minutinhos para dar uma escapada do seu trabalho e ir lá tomar um café. Além dos “âncoras”, você ainda vai cruzar com participantes dos “Let’s”, amigos e amigos de amigos.

Passe lá, tome um café - que não mata ninguém – leve seus cartões, troque ideias, entre nas conversas, reveja amigos, faça novos. Venha fechar negócios pelo Let’s e fazer networking de verdade, relevante!

Âncoras desta primeira edição:

TinTin Vinhos: Consultoria e Entretenimento > Tais de Souza

Casa Caucaia: Cenografia e brand expererience > Renato Kublikowsky e Eduardo Marcondes

Estúdio Sampa: estúdio de fotografia > Egydio Zuanazzi

Plugged Research: Inteligência Competitiva nas redes sociais > Tatiana Tosi

MAG Coach: Maria Angelica Gonçalves > coach

CB Traduções: Interpretação simultânea e tradução juramentada > Cynthia Berriel

Michele Neyret Assessoria Pessoal de Estilo: Personal stylist > Michele Neyret

I9 e Le Pera: Palestras motivacionais > Marcos Le Pera

VENHA FAZER O LET’$ FACEBUCKS TOGETHER VALER!!!


31
Oct 09

Vamos aos Intangíveis!

Beia Carvalho: Vamos aos Intangíveis?Beia Carvalho: Vamos aos Intangíveis?

Estamos muito felizes com a repercussão dos nossos workshops entre clientes e amigos.

Agora, a imprensa divulga o nosso trabalho nesta matéria publicada no Jornal PropMark.
Acompanhem um pouco sobre a metodologia do 5 Years From Now: Boa leitura!

Método contempla o intangível
Projeto “5 Years From Now” orienta presente com viagem ao futuro
O antes, o agora e o depois. Trilogia essencial, mas muitas vezes um único desses itens pode pautar a agenda pessoal, o rumo de uma marca, produto ou serviço, erro estratégico capaz de liquidar planos e projetos.
A executiva Beia Carvalho, que atua no mercado de comunicação mercadológica há 25 anos, metade deles como sócia e vp de planejamento das agências Grottera e TBWA/BR e presidente da Tequila\Brasil, tem caminhos para orientar a busca de um posicionamento ideal, sobretudo para observar o futuro no presente. Um deles é o workshop “5 Years From Now” que integra o portfólio de projetos que está conduzindo. A essência do serviço é one to one, uma proposta cognitiva para formalizar uma visão de futuro com elementos lúdicos. No dia-a-dia o foco dos empresários está nos balanços,  investimentos, acionistass, turnovers, concorrência e bens de capital.


4
May 09

Bombar é possível!

Beia Carvalho curtindo o sucesso de seu primeiro workshop “Let’s Network Together pra Bombar nossos Negócios”.

Beia Carvalho curtindo o sucesso de seu primeiro workshop “Let’s Network Together pra Bombar nossos Negócios”.

Renata Goes, da rd2b, no primeiro workshop “Let’s Network Together pra Bombar nossos Negócios”.

Renata Goes, da rd2b, no primeiro workshop “Let’s Network Together pra Bombar nossos Negócios”.

Se Henry Ford fosse vivo seria o cliente número 1 da Bottom Line e um grande admirador da Veronique. Ford dizia que 50% de sua verba publicitária estavam bem empregados, porém não tinha idéia sobre os a utilização dos outros 50%. Já a Veronique, mixou toda a sua densa experiência e criou uma metodologia incrível para medir 100% dos resultados e investimentos em comunicação, o Advermetrics®. Isso existe de verdade? Existe e vale muito a pena conhecer.

Se acreditássemos mais em sonhos, poderíamos virar a mesa como a empresária Márcia Vaz e construir fábricas como a Flor de Fogo Kimonos. E ter como visão 1 milhão de kimonos vendidos em 5 anos!

Se mais pessoas enfrentassem o status quo, não nos espantaríamos tanto com jovens empreendedoras como Thais e Renata que fizeram valer no Brasil a rd2b, uma proposta suíça de fazer e cobrar por arquitetura, em vez de se renderem a agenciar fornecedores.

Se houvesse mais serviços que atendessem às nossas reais necessidades, como uma empresa que se encarrega de planejar, comprar, consertar, repor e descartar todo o assunto “computação”, talvez menos desempregos estariam rondando por aí. Que o diga o empresário Antonio Carlos, da KMF do Brasil.

E se houvesse um lugar para a expressão da palavra falada, da poesia do homem comum? Para muitos que já conhecessem o SLAM!, esse lugar existe. Porque foram pessoas como a empresária cultural Roberta Estrela D’Alva, que acreditando no poder da arte, investem em pesquisa, para proporcionar espaço à poesia falada de qualquer um de nós.

E se eu dissesse que há mais pessoas que não se contentam com o óbvio, do que imagina a nossa vã filosofia? Como o Basile, da Basile Comunicação; o Galileo do Estúdio MOL; a Jana da Atakk; o Guido da nu design; o Agarb da Gefran; a Alayde da Axpe; a Dominique da Uzina e o músico Thiago Giglio que está escrevendo seu primeiro livro?

Você deve estar se perguntando aonde tudo isso vai desembocar. Aqui. Aqui mesmo. Todos estes empreendedores fizeram parte do primeiro Let’s Network Together®, um workshop criado pela 5 Years From Now®, que reuniu estas interessantíssimas cabeças, por 8 horas, para ouvir, falar, trocar e treinar o discurso de suas expertises e de suas empresas.

É possível reunir uma diversidade tão cativante, estimulante, atraente e provocativa para bombar os seus negócios? Sim, é possível!

Nota: a frase original de Henry Ford é “I know half of my marketing budget is successful. I just don’t know which half.”


18
Mar 09

FIFA interrompe meu afinado countdown

Por conta da FIFA, interrompo aqui o meu afinado countdown – já que ela adiou a escolha das cidades anfitriãs e misteriosamente, limitou-se a dizer que ocorrerá em “algum dia no final de maio”.

Isso é Brasil! E mais uma razão para você saber onde estará daqui a 5 anos e não daqui a 5 minutos!

DAQUI  A (mais ou menos)  73  DIAS  SERÃO  REVELADAS  AS  12  CIDADES-SEDE  DA  COPA  DO MUNDO  2014  NO  BRASIL!

E você deve estar se perguntando: “e o que meus negócios tem a ver com isso?”

T U D O !

O óbvio já sabemos: se sua empresa tem a ver com construção de estradas, aeroportos, hotéis e estádios de futebol, você deve estar pra lá de antenado nos próximos 5 anos e no pulo que seus negócios vão dar.

Os números são grandiosos: 15,3 bilhões de reais de investimentos na capital paulista só para o metrô e corredores de ônibus, e US$ 10 bilhões até 2012 na Amazônia. *

MAS HÁ MUITOS MAIS NEGÓCIOS POR AÍ.

M U I T O S !

Pegue papel e lápis e comece JÁ a listar tudo o mais que será necessário para se fazer um aeroporto, um novo hotel, uma nova avenida etc.

Por exemplo: você pode ser um fabricante de cadeiras, ou de rodinhas ou estofamento para cadeiras. Já imaginou o que vai crescer a demanda por poltronas para mobiliar os novos aeroportos, hotéis e estádios de futebol??

Ah, você tem uma rede escolas de inglês? Você sabia que o governo federal já começou um programa pra treinar milhares de pessoas que vão receber os turistas da Copa?

E toda a jardinagem para o entorno de hotéis e novas avenidas? Mas não é só isso: toda esta “revolução” vai precisar de muitos contratos. O seu negócio é um escritório de advocacia?

A lista não pára: sua empresa de viagens já começou a desenhar os pacotes para excursões nos principais pontos turísticos do Brasil? Sua fábrica de bonés já contratou um designer para desenvolver os modelos da Copa? Você tem um bar, um restaurante? Imagine a bagatela que será adquirir monitores de TVs gigantes em 2014? Seu bar tem espaço para acomodar este big telão?

Se você ainda não está convencido do potencial de negócios daqui a 5 anos, e no reflexo que isso tem hoje no seu negócio, pesquise na internet sobre as oportunidades que aconteceram na China durante a última Olimpíada: se inspire, crie, desenvolva ou faça parcerias para novos serviços e produtos.

Outro exemplo, o governo brasileiro fez seu benchmarking com a China das Olimpíadas: a exemplo dos chineses, que tiveram que ensinar inglês de forma rápida e eficaz para um exército de taxistas, porteiros etc, nosso governo também contratou a BBC. *

Quanto mais perto os seus negócios estiverem das cidades-sede, maiores serão as oportunidades. Mas no mundo de hoje, e você sabe muito bem disso, não será a distância o fator de decisão de seu produto ou serviço. Calcula-se, por experiência em outros países-sede de copas e olimpíadas que o deslocamento acontece até a 3 horas de distância da cidade-sede.

Pronto: já fez a sua listinha de “estou saindo já desta crise”?

Se você quer discutir este assunto com mais vagar e focando no seu negócio, faça como meus clientes e ligue pra mim 9111 3019. Tenho certeza que este papo só vai trazer benefícios para você hoje e no futuro. É o que eles dizem!

Um forte abraço e lembre-se: 5 anos é perto o bastante para imaginar e longe o suficiente para sonhar.

5 Years From Now

FALTAM  mais ou menos  73  DIAS  PARA A ESCOLHA DAS 12 CIDADES-SEDE DA COPA 2014 NO BRASIL.

As 17 cidades candidatas: Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Pontos positivos e negativos de cada cidade candidata:
http://www.leonaraujo.com/tag/copa-do-mundo/

3 obras para a Copa já começaram a sair do papel:
http://portalexame.abril.uol.com.br/economia/tres-obras-copa-ja-comecaram-sair-papel-421282.html

Veja mais:
video
http://www.youtube.com/watch?v=ZLynrdBXXyc

site
www.5now.com.br

* www.campeoesdofutebol.com.br

** Ministro Luiz Barretto, assinou dia 26/9/08, em Londres, com a BBC, memorando para o desenvolvimento de estratégias de treinamento em inglês para profissionais da área de turismo no Brasil. A iniciativa visa a preparar o País para receber turistas estrangeiros durante a Copa do Mundo de 2014. www.abihrn.com.br/news_290908.html


9
Mar 09

Saindo da Crise com as 12 cidades-sede da Copa

Daqui a 10 dias serão reveladas a 12 cidades-sede da Copa de 2014, no Brasil.

Você deve estar se perguntando: “o que meus negócios tem a ver com isso?”

T U D O !

O óbvio já sabemos: se sua empresa tem a ver com construção de estradas, aeroportos, hotéis e estádios de futebol, você deve estar pra lá de antenado nos próximos 5 anos e no pulo que seus negócios vão dar.

Os números são grandiosos: 15,3 bilhões de reais de investimentos na capital paulista só para metrô e corredores de ônibus e US$ 10 bilhões até 2012, na Amazônia. *

MAS HÁ MUITO MAIS NEGÓCIOS POR AÍ.

M U I T O S !

Pegue papel e lápis e comece JÁ a listar tudo o mais que será necessário para se fazer um aeroporto, um novo hotel, uma nova avenida etc.

Por exemplo: você pode ser um fabricante de cadeiras, ou fabricar rodinhas ou estofamentos de cadeiras. Você já imaginou o que vai crescer a demanda por cadeiras para preencher aeroportos, hotéis e estádios de futebol??

Ah, você tem uma rede de escolas de inglês? Você sabia que o governo federal já começou um programa pra treinar milhares de pessoas para receber os turistas da Copa?

E toda a jardinagem para o entorno de hotéis e novas avenidas? Mas não é só isso: toda esta “revolução” vai precisar de muitos contratos. O seu negócio é um escritório de advocacia?

A lista não pára: sua empresa de viagens já começou a desenhar os pacotes para excursões nas principais pontos turísticos do Brasil? Sua fábrica de camisetas e bonés já contratou um designer para desenvolver os modelos da Copa? Você tem um bar, um restaurante? Você já pensou na bagatela que será adquirir TVs de plasma em 2014? E no tamanho-gigante que eles serão? Seu bar tem espaço para acomodar um big telão?

Se você ainda não está convencido no potencial de negócios daqui a 5 anos, e no reflexo que isso tem hoje no seu negócio, pesquise na internet sobre as oportunidades que aconteceram na China durante a última Olimpíada: se inspire, crie, desenvolva ou faça parcerias para novos serviços e produtos.

Por exemplo, o governo brasileiro fez seu benchmarking com a China das Olimpíadas: a exemplo dos chineses, que tiveram que ensinar inglês de forma rápida e eficaz para um exército de taxistas, porteiros, agentes, etc, nosso governo também contratou a BBC. ** detalhes abaixo.

Quanto mais perto seus negócios estiverem das cidades-sede, maiores serão as oportunidades. Mas no mundo de hoje, e você sabe muito bem disso, não será a distância o fator de decisão de seu produto ou serviço. Calcula-se, por experiência em outros países-sede de copas e olimpíadas que o deslocamento acontece até a 3 horas de distância da cidade-sede.

Pronto: já fez a sua listinha de “estou saindo já desta crise”?

Se você quer discutir este assunto com mais vagar e profundidade, faça como meus clientes e ligue pra mim 9111 3019. Tenho certeza este papo só vai trazer benefícios para você hoje e no futuro.

Um forte abraço e lembre-se:

5 Years From Now: perto o bastante para imaginar, longe o suficiente para sonhar.

F A L T A M   10  D I A S   P A R A   E S C O L H A   D A S   12   C I D A D E S-S E D E   D A   C O P A   D O   M U N D O    2 0 1 4   N O   B R A S I L

 

  www.campeoesdofutebol.com.br

As 17 cidades candidatas: Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.      www.campeoesdofutebol.com.br

 

Pontos positivos e negativos de cada cidade candidata:    http://www.leonaraujo.com/tag/copa-do-mundo/

3 obras para a Copa já começaram a sair do papel http://portalexame.abril.uol.com.br/economia/tres-obras-copa-ja-comecaram-sair-papel-421282.html

** Ministro Luiz Barretto, assinou dia 26/9/08, em Londres, com a BBC, memorando para o desenvolvimento de estratégias de treinamento em inglês para profissionais da área de turismo no Brasil. A iniciativa visa a preparar o País para receber turistas estrangeiros durante a Copa do Mundo de 2014. www.abihrn.com.br/news_290908.html

veja o video http://www.youtube.com/watch?v=ZLynrdBXXyc  e visite site  www.5now.com.br


22
Feb 09

A Banda e a Bunda

A Banda da DinamarcaA Bunda da Dinamarca
A Banda da Dinamarca

A Banda da Dinamarca

As 5 dançarinas dinamarquesas

As 5 dançarinas dinamarquesas

Eu nunca tinha ouvido falar, mas eles já estão na estrada há 25 anos. Chamados simplesmente “A Banda”, eles são 10 na percussão, 10 nos metais, mais surdo, repenique, caixa e as 5 lindas e loiríssimas dançarinas com exclusivíssimas coreografias – que mais deixam os machões babando por suas belezuras escandinavas, que realmente pelo samba no pé.

São dinamarqueses em sua maioria, suecos, um argentino aqui, um espanhol ali, que tocam de Marchinhas, Frevo e Maracatu a Afoxé e Samba Reggae, e tem agenda cheia, o ano inteiro, na Escandinávia, Europa e aqui no Brasil.

A maioria dos fundadores – exilados políticos dos anos 60 – participavam da ‘Copenhagen’s Rhythmic Evening School’, nos anos 80. Eram uns 50, e alguns dos membros originais ainda continuam na banda: o que explica a anarquia e descontração nada usual nos escandinavos.

O que faz esta banda passar todos os anos por Canoa Quebrada, Ceará? Aqui, dentre as várias colônias européias, há a famosa Pousada do Toby, responsável por despejar por estas bandas centenas destes vikings que mais conhecemos por livros, que na vida real.

Ainda mais bacana é que eles são uma Escola: “Se você gosta da música brasileira, gosta de se divertir e sabe tocar qualquer um dos instrumentos aplicáveis (ou sabe dançar samba ou pagode), provavelmente é um bom candidato a entrar para a A Banda”. As aulas/ensaios são obrigatórios 4 vezes ao mês e se paga US$ 10 mês para se juntar ao grupo. Eles tem um Comitê Executivo de 9 membros eleitos para a gestão de 1 ano.

Fico imaginando que os meses de ensaio mais pesados para se prepararem para o Carnaval brasileiro coincidem com a neve caindo lá fora, dias de apenas 4 horas de luz e temperaturas muito abaixo de zero. Haja disciplina! Mas como diz uma das maiores autoridades em felicidade, a psicóloga russa Sonja Lyubomirsky, “as pessoas felizes são mais bem-sucedidas”.

Muita coisa chama a atenção nesta banda que parece ter encontrado a receita do mix entre a seriedade e descontração. Talvez, por isso não seja tão surpreendente o fato de fecharem o site com a “A Nossa Visão de Futuro”, que reproduzo abaixo:

-Aumentar a amizade e coleguismo dentro da “A Banda”

-Melhorar ainda mais o nível do grupo das dançarinas

-Adquirir novos talentos para o grupo

-Desenvolver nossas habilidades em termos de pagode e samba de salão

-Melhorar a divulgação da “A Banda”

-Redigir nosso primeiro demo-vídeo

-Cultivar novos mercados para “A Banda”

Apesar do mix entre visão, missão e metas, dá para sacar que ao escreverem a visão, começaram a ordenar a cabeça, suas decisões no presente e reescrever o futuro da “A Banda”.

www.abanda.dk

fotos: Canoa Quebrada, 20FEV09

Sonja Lyubomirsky, PhD pela Universidade de Stanford, “A Ciência da Felicidade”, publicado no Brasil em 2008


12
Feb 09

Heirloom Tomatoes & Coalhadas

 

Heirloom Tomatoes

Não sei se acontece isso com você, mas todas as vezes que viajo para os States uma nova palavra, moda me persegue. Parece que todos os americanos resolveram falar o dia inteiro aquela palavra. Desta vez, foram os Heirloom Tomatoes.

 

E foi pior de todas, porque nenhum americano sabia exatamente do que se tratava a tal moda, apesar dos tais tomates terem se tornado onipresentes!

Toda a estética da venda – produtores em praças públicas, supermercados “verdes” e preços em lascas de papel kraft,  – leva à estética do orgânico. Mas, era óbvio, que se tratava de algo a mais. Era Heirloom!

Bem, a custo entendi que tinha a ver com sementes que foram guardadas no seio das famílias e passadas de geração e geração. Porque só as sementes do tomate são as estrelas da onda heirloom, não me perguntem.

Também não foi nada fácil achar a definição abaixo sobre legumes heirloom.

“Um legume verdadeiramente HEIRLOOM representa um legume que tenha sido germinado, selecionado, retirado suas sementes e, transmitidas de um para outro membro da família há muitas gerações. O que lhe permite manter o nome HEIRLOOM (relíquia de família), é que nenhum organismo geneticamente modificado (OGM) pode ser utilizado na sua produção.” (www.permutalivre.com.br).

Um dia, visitando minha mãe, uma cozinheira ampla e irrestrita, ouvi uma gritaria vinda da cozinha: meu filho havia comido a última cumbuquinha de coalhada, terminando assim com a “semente” da coalhada que minha mãe havia trazido da casa da mãe dela, quando se casou há 50 anos! Mais tarde, naquele dia, lembraram-se que havia mais um potinho na vizinha, salvando-se assim o Heirloom dos Messis.

Muitas vezes somos parte integrante da nova onda, da nova estética e não nos damos conta de que basta um olhar, um twist e o nosso negócio pode ser o negócio da vez. Ligue mais tarde pra sua mãe e veja se não tem um heirloom vagando pela casa da sua família.