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4
May 09

Bombar é possível!

Beia Carvalho curtindo o sucesso de seu primeiro workshop “Let’s Network Together pra Bombar nossos Negócios”.

Beia Carvalho curtindo o sucesso de seu primeiro workshop “Let’s Network Together pra Bombar nossos Negócios”.

Renata Goes, da rd2b, no primeiro workshop “Let’s Network Together pra Bombar nossos Negócios”.

Renata Goes, da rd2b, no primeiro workshop “Let’s Network Together pra Bombar nossos Negócios”.

Se Henry Ford fosse vivo seria o cliente número 1 da Bottom Line e um grande admirador da Veronique. Ford dizia que 50% de sua verba publicitária estavam bem empregados, porém não tinha idéia sobre os a utilização dos outros 50%. Já a Veronique, mixou toda a sua densa experiência e criou uma metodologia incrível para medir 100% dos resultados e investimentos em comunicação, o Advermetrics®. Isso existe de verdade? Existe e vale muito a pena conhecer.

Se acreditássemos mais em sonhos, poderíamos virar a mesa como a empresária Márcia Vaz e construir fábricas como a Flor de Fogo Kimonos. E ter como visão 1 milhão de kimonos vendidos em 5 anos!

Se mais pessoas enfrentassem o status quo, não nos espantaríamos tanto com jovens empreendedoras como Thais e Renata que fizeram valer no Brasil a rd2b, uma proposta suíça de fazer e cobrar por arquitetura, em vez de se renderem a agenciar fornecedores.

Se houvesse mais serviços que atendessem às nossas reais necessidades, como uma empresa que se encarrega de planejar, comprar, consertar, repor e descartar todo o assunto “computação”, talvez menos desempregos estariam rondando por aí. Que o diga o empresário Antonio Carlos, da KMF do Brasil.

E se houvesse um lugar para a expressão da palavra falada, da poesia do homem comum? Para muitos que já conhecessem o SLAM!, esse lugar existe. Porque foram pessoas como a empresária cultural Roberta Estrela D’Alva, que acreditando no poder da arte, investem em pesquisa, para proporcionar espaço à poesia falada de qualquer um de nós.

E se eu dissesse que há mais pessoas que não se contentam com o óbvio, do que imagina a nossa vã filosofia? Como o Basile, da Basile Comunicação; o Galileo do Estúdio MOL; a Jana da Atakk; o Guido da nu design; o Agarb da Gefran; a Alayde da Axpe; a Dominique da Uzina e o músico Thiago Giglio que está escrevendo seu primeiro livro?

Você deve estar se perguntando aonde tudo isso vai desembocar. Aqui. Aqui mesmo. Todos estes empreendedores fizeram parte do primeiro Let’s Network Together®, um workshop criado pela 5 Years From Now®, que reuniu estas interessantíssimas cabeças, por 8 horas, para ouvir, falar, trocar e treinar o discurso de suas expertises e de suas empresas.

É possível reunir uma diversidade tão cativante, estimulante, atraente e provocativa para bombar os seus negócios? Sim, é possível!

Nota: a frase original de Henry Ford é “I know half of my marketing budget is successful. I just don’t know which half.”


13
Feb 09

Di Verdadi

Já foi moda falar do DNA, da alma, da conexão emocional universal e, agora, fala-se da essência corporativa, da VERDADE da marca.

É muito livro, palestra, blog, discussão e pouca, muito pouca essência de verdade.

E, de repente, uma camiseta faz um convite simplesmente simples e gostoso, naïve e malandro. Básico.

“Já tens onde DORMIR esta noite?”, do albergue português Pousadas de Juventude, é tudo: é posicionamento, proposição, atuação, é marketing direto na veia. Não enrola, não complica, não inventa.

Em segundos a gente lê, entende, gosta, sorri e ainda engata uma conversa com o rapaz.

Quando é di verdadi mesmo, é muito bacana, a gente não esquece. E ainda espalha.

www.pousadasjuventude.pt


12
Feb 09

Heirloom Tomatoes & Coalhadas

 

Heirloom Tomatoes

Não sei se acontece isso com você, mas todas as vezes que viajo para os States uma nova palavra, moda me persegue. Parece que todos os americanos resolveram falar o dia inteiro aquela palavra. Desta vez, foram os Heirloom Tomatoes.

 

E foi pior de todas, porque nenhum americano sabia exatamente do que se tratava a tal moda, apesar dos tais tomates terem se tornado onipresentes!

Toda a estética da venda – produtores em praças públicas, supermercados “verdes” e preços em lascas de papel kraft,  – leva à estética do orgânico. Mas, era óbvio, que se tratava de algo a mais. Era Heirloom!

Bem, a custo entendi que tinha a ver com sementes que foram guardadas no seio das famílias e passadas de geração e geração. Porque só as sementes do tomate são as estrelas da onda heirloom, não me perguntem.

Também não foi nada fácil achar a definição abaixo sobre legumes heirloom.

“Um legume verdadeiramente HEIRLOOM representa um legume que tenha sido germinado, selecionado, retirado suas sementes e, transmitidas de um para outro membro da família há muitas gerações. O que lhe permite manter o nome HEIRLOOM (relíquia de família), é que nenhum organismo geneticamente modificado (OGM) pode ser utilizado na sua produção.” (www.permutalivre.com.br).

Um dia, visitando minha mãe, uma cozinheira ampla e irrestrita, ouvi uma gritaria vinda da cozinha: meu filho havia comido a última cumbuquinha de coalhada, terminando assim com a “semente” da coalhada que minha mãe havia trazido da casa da mãe dela, quando se casou há 50 anos! Mais tarde, naquele dia, lembraram-se que havia mais um potinho na vizinha, salvando-se assim o Heirloom dos Messis.

Muitas vezes somos parte integrante da nova onda, da nova estética e não nos damos conta de que basta um olhar, um twist e o nosso negócio pode ser o negócio da vez. Ligue mais tarde pra sua mãe e veja se não tem um heirloom vagando pela casa da sua família.


1
Nov 08

Is one bag enough?

2 coisas são realmente muito melhores e mais baratas de aprender nos Estados Unidos que em qualquer escola: inglês e vendas.
Inglês é fácil entender o porquê e não há porque se espantar. Mas a agressividade de vendas deste povo é algo que sempre me surpreende, me encanta e, ao mesmo tempo, me causa uma certa repulsa cristã (?).
Quem já entrou pela ala dos cosméticos em um dos department stores como Macy’s & Bloomingdale’s sabe muito bem do que eu estou falando. Meu Deus, que treinamento! Como conseguem? Ininterruptamente abordam os passantes (milhares por dia?) com uma energia e um discurso todo afinado. Impossível resistir a tantos detalhes e tantas notas do sândalo ao vetiver, passando por flores, frutas, óleos e especiarias.
Mas quero falar das 2 imagens deste post.

IS ONE BAG ENOUGH no pacote de gelo é uma daquelas idéias que dá muito ódio de não ter sido sua. É totalmente baseada no insight do consumidor. Ou seja, no nosso insight. Todo mundo que deu uma festinha em casa já se perguntou: será que 1 saco de gelo vai dar? E, no entanto, o que acontece é que não acontece. Ninguém age em cima do insight – desta capacidade de discernir a verdadeira natureza de uma situação.
Não basta ter um bom insight, há que se fazer um bom trabalho no design da embalagem: frase curta, impactante, em caixa alta e em vermelho, boa área branca de respiro, e posicionamento perfeito para o empilhamento no freezer das lojas (observação do produto no ponto de venda).

GIRLS DIRECT TO YOU in 20 MINUTES é a frase mais direct do mundo. Nada que vimos na Conferência do DMA foi mais simples, direto, cativante e envolvente. É uma boa imagem pra se ter como referência quando a tentação de embromar invade.
Olhar, fotografar, aprender e OPORTUNAR. As oportunidades estão em cada cantinho, até no pé de uma embalagem de gelo!

Este é meu último post sobre minha viagem para os Estados Unidos, onde fui de férias para Washington, DC; San Francisco; Sonoma & Napa Valley. E Las Vegas para a Conferência Anual do DMA 2008 (Direct Marketing Association).

Bloomingdale’s foi fundada em 1872, tem 40 lojas em 12 estados americanos, com faturamento total de mais de $1.1 billion ano. http://www.answers.com/topic/bloomingdale-s-inc


13
Oct 08

Mas, o Johnny Mathis está vivo?

A caminho do Tropicana, foi a primeira coisa que ouvi, da mulher ao meu lado na van que nos levava do Aeroporto para o hotel, em Las Vegas.

O pouco-quase-nada-que-eu-sei-e-vi de Las Vegas é assim: muitos mortos-vivos.

No Tropicana, construído em 1956, quando Las Vegas era igual àquela do filme do Warren Beatty, “Bugsy”, a decadência está por toda a parte. E olha que o hotel está longe de ser o lanterninha da degradação. Palcos imensos com um coitadinho cantando a qualquer hora do dia ou da noite. Um grupo de cinqüentões com um guarda-roupa antigo, maquiagem de quinta, pulando, dançando, dando a vida para parecer os atléticos jovens do passado. É de matar!

Mas mudei de hotel, estou no Bally’s. E adivinhem? É tudo igual. Um pouco mais novo, um pouco menos fim-de-feira, mas é a mesma barulheira infernal. E os modelitos! E ah, os penteados (muito desfiado e laquê!), os mini-micro-vestidos e os saltos altésimos, uma coisa espantosa!

O som-ruído-horror é onipresente. Bem ruim, trash anos 80, bem alto, bem estourado e misturado com todos os outros sons vindos de todos os restaurantes, hotéis, cassinos e – acredite: dos postes das ruas! Até as fontes de água tem som-ruído! O Nordeste é aqui!

Ah, e tem uns gritinhos histéricos-infantis-arrepiantes. Não decifrei ainda o porquê, mas você ouve vários durante o dia. Vem sempre de um grupo de mulheres. Quando eu descobrir, conto. Ah, e a gente fica elétrica e tudo que a gente toca dá choque. Vixe Maria! Parece coisa do demo!

Ah, faz frio de manhã e à noite, porque é deserto. E durante o dia todo também, porque parece que eles tem que gastar muita energia. O ar é tão frio que a finlandesa e a canadense confessaram nunca ter passado tanto frio em toda a vida como na palestras do DMA.

E hoje foi o último dia da Pré-Conferência. Amanhã começa de verdade: 12.000 pessoas! E já valeu estar aqui e ouvir um pro como o Walker Smith, da Yankelovich, falar do “What’s really going on in the Marketplace”.

Mas o mais Direct Marketing de Las Vegas está na camiseta dos homens-placas: “Girls Direct To You in 20 Minutes”.

Gente, o Barry Manilow também está vivo! E aqui em Vegas! www.manilow.com

DMA Conference, Las Vegas 2008

* Bugsy conta a história do Benjamin “Bugsy” Siegel, um gangster americano por trás do “sonho” Las Vegas.