24
May 10

“Acima de tudo, a mulher dobra seus joelhos e ora!”

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22
Apr 10

Y é o X da questão

Geração Y

Geração Y

A primeira vez que ouvi falar de Geração Y foi no Portal da Revista EXAME, quando eles fizeram a primeira pesquisa sobre os tais profissionais impacientes, infiéis e insubordinados, os “ipisilons”, que estavam desembarcando no mercado de trabalho e gerando a maior confusão em pequenas, médias e grandes empresas, nacionais e internacionais.

Um ano mais tarde, organizei um Forum de Líderes com Pedro Carvalho da Authent e trouxemos Bob Wollheim para falar sobre esses “monstrinhos” para um grupo de empresários. Bob arrasou! E eu me apaixonei pelo tema.

De lá para cá, as coisas parecem ter mudado: para pior. O preconceito das gerações anteriores – Tradicionalistas (nascidos antes de 1946), Baby Boomers (1946-1964) e da Geração X (1965-1976) – só fez acirrar as relações e de nada tem contribuído para o aumento da atratividade, retenção e produtividade desta nova força no mercado de trabalho.

O primeiro passo para mudar esta situação todo mundo sabe: conhecer, fuçar, aprender, googar. Poucos dão. Muitos esbravejam. Enfurecer com “impacientes e insubordinados” não vai mudar nada, mas pode piorar muito.

E nem bem começamos a tentar entender a Geração Y e a Z já está a caminho! Em menos de 1 década, os nascidos após 1997, que tem hoje de até 12 anos, estarão estressando ainda mais as atuais esgarçadas relações com as gerações que estão hoje no poder. Diga-se de passagem, que já conhecemos 2 representantes da Geração Z muito bem empregadas: Sasha, filha de Xuxa e Maísa, do SBT.

O que temos pela frente? Muito esforço para a tolerância, trabalho e dinheiro em pesquisa. Afinal, a Geração Y já representa 47% da força de trabalho no Brasil. A título de curiosidade, esta proporção só será alcançada nos Estados Unidos, em 2020! Talvez seja esta a explicação deste assunto não ser tão explosivo em nossa mídia. Se os EUA ostentassem hoje esta proporção, estaríamos ouvindo a ladainha da Geração Y muito mais estridente e constantemente, com muitos gurus gringos palestrando por aqui. Hoje, o assunto lá ainda está na categoria de estudos futuros: “o que vai acontecer em 2020, quando a geração Y representar 50% da força de trabalho?”

Tenho colhido depoimentos bacanas de quem experimentou o primeiro passo para entender a distância entre essas gerações: “me deu mais informações e subsídios para compreender melhor os meus filhos adolescentes”, “me clareou certos conceitos a respeito das gerações X e Y”.

Não se iluda, esta definitivamente não é apenas mais uma rusga de gerações. É a mais abissal!

A palestra 5 Gerações no Mercado de trabalho: Y é o X da questão é minha nova palestra e foi ministrada em março para diretores de RH, no CRA e na Semana do Jovem Empreendedor. Em 2 semanas teve mais de 1.000 acessos no slideshare.
Interessado no assunto? Para acessar o resumo da palestra clique http://bit.ly/9NY581




15
Apr 10

Repensadora? Repensadora!

Beia Carvalho: nova Repensadora

Beia Carvalho: nova Repensadora

Sou a mais nova Repensadora da rede de Repensadores da incrível agência Repense!

E antes que você me pergunte, já vou explicar: esta ideia brotou de uma empresa que quer fazer parte da Nova Era. E não ficou no bla bla bla.

Repensadores, porque quando a gente deixa pra trás uma Era, a gente tem que dizer adeus a muitos conceitos: a gente tem que repensar tudo.

Somos um grupo de pessoas que pratica a colaboração criativa e a criatividade colaborativa. Anote aí, co-la-bo-ra-ção. E re-pe-nse. Este é um daqueles muitos conceitos que significava uma coisa na Era Industrial e quer dizer outra na Era da Cognição – ou qualquer outro nome com que venha a ser batizada essa nova era.

Somos pessoas de conhecimentos e profundidade variados que se conectam e são conectadores. Que inovam e levam à inovação.

Esse pool de parceiros-repensantes, é uma ideia gênio da Repense. Gênio porque todo mundo ganha: os repensadores multi-áreas influenciam e são influenciados na troca de experiências com os clientes da agência. E são também real e virtualmente oxigenados por cada um dos outros repensadores, além de desfrutar de uma rede de contatos tipo “biscoito fino”.

Um minuto para pensar: você acha que esta iniciativa está mais perto ou mais longe de gerar estímulo para conversas e trabalhos cada vez mais inovadores?

Quando compartilhamos e difundimos as tendências particulares de cada uma de nossas das áreas de atuação ficamos mais íntimos da tal inovação. Aquela que está todo mundo louco correndo atrás.

Conheça a rede de repensadores aqui: http://www.repensadores.com

Foto publicada na seção Mercado do jornal PropMark online em 12/4/2010.
Beia Carvalho é convidada para a rede de Repensadores.
Executiva passa a integrar o grupo idealizado pela Repense.




16
Mar 10

Mulher 2010

<strong>Prêmio Excelência Mulher 2010</strong>” width=”180″ height=”240″ /><p class=Prêmio Excelência Mulher 2010


Ontem lembrei da anedota que gostava de contar sobre pais e filhos. Filho pergunta ao pai o que ele vai fazer neste sábado. Pai responde que não há nada especial programado. Timidamente, filho convida o pai a comparecer à escola pela manhã do sábado. Logo cedo os dois se encaminham para a escola que está toda paramentada, vestida para uma grande ocasião. A solenidade é aberta e o pai começa a se dar conta da grandiosidade do evento.

A diretora toma da palavra:
” Estamos hoje aqui reunidos para celebrar um momento muito especial, vamos homenagear o aluno que foi escolhido pelos seus colegas de classe com o melhor amigo da turma; o mesmo aluno que também foi escolhido por toda a escola como o melhor amigo de todos os estudantes e que foi escolhido por todos os professores e funcionários deste instituto como o melhor aluno do ano! Quero chamar ao palco Pedrinho da Silva.”

Pedrinho começa a se dirigir ao palco sob uma chuva de palmas, enquanto o pai, colocando a mão sobre a testa, no característico gesto de desespero, diz: “Meu Deus, aonde foi que eu acertei?”

Em meio a 50 mulheres de fibra que foram homenageadas, ontem à noite, com o Prêmio Excelência Mulher 2010, me senti como o pai do Pedrinho.

A iniciativa é da Fraternidade Aliança Aca Laurência e da CIESP – Centro das Indústrias do Estado – que desde 2005 prestigia a atuação de mulheres de diversas áreas, que desenvolveram ações em busca de uma transformação social e melhoria da qualidade de vida da população.

Ao longo do ano pretendo me conectar com todas elas, ontem conheci mais de perto uma das homenageadas, a Dra Ivete, infectologista que trabalha no Hospital das Clínicas com um assunto bem punk: violência sexual.

É para ela, a minha homenagem especial. E para a minha madrinha Magali Gaza, o meu muito obrigada!




04
Mar 10

O Futuro é Agora

Publicado na seção Grandes Ideias da Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Beia Carvalho

Workshop 5 Years From Now

5 Years From Now na seção Grandes Ideias

O WORKSHOP 5 YEARS FROM NOW TEM COMO OBJETIVO AJUDAR OS EMPREENDEDORES A PLANEJAR O FUTURO DA EMPRESA.
O ano e março de 2015.

Você acaba de receber um carta de um amigo que não vê há cinco anos. Agora, precisa responder à mensagem, contando tudo o que aconteceu com você nesse tempo, tanto no campo profissional quanto na vida pessoal: o que conquistou, o que deu errado, as dificuldades, os ganhos, as perdas. Esse é o ponto de partida do workshop 5 Years From Now (www.5now.com.br), idealizado por Béia Carvalho, 55 anos. A consultora criou sua própria agência no final de 2008, depois de se desligar da agência de comunicação TBWA\Brasil. Dirigido a donos de empresas, o programa tem o objetivo de ajudar o empreendedor a tomar decisões que vão afetar o futuro do negócio nos próximos 5 anos. “A ideia é criar um espaço para a reflexão e discussão”, diz Beia.
A carta escrita pelos sócios vai servir de base para um workshop de 2 dias, repleto de atividades lúdicas. “Quando o cérebro relaxa, você se permite imaginar, sonhar. É nessa hora que as idéias fluem, porque a pessoa não está mais presa ao presente.” O trabalho de Béia é organizar tudo o que foi falado e elaborar um relatório com 7 a 10 ideias para o futuro do negócio. “Não sou guru, não digo a ninguém o que deve fazer. As ideais com as quais trabalho são aquelas com as quais os sócios mais se comprometeram durante a discussão”. Três meses depois da apresentação dos resultados, acontece uma reunião de de avaliação, para rever compromissos e tarefas.




21
Feb 10

A Cor do Som

A Cor do Som

publicado no jornal PropMark em 22fev10

A Cor do Som era o nome de uma banda brasileira no início de 1977, o mesmo ano do lançamento do Apple II, do Atari 2600, da ópera espacial Star Wars, do Voyager I, da Soyuz 24, do adeus do Pelé ao futebol e ao Cosmos. Também foi o ano em que tranquei o curso de publicidade na ECA para uma viagem que duraria 8 meses, rumo a Nova Iorque, por terra.

Em janeiro daquele ano Bruce Eisner publicou um polêmico artigo na revista High Times, no qual ele revelava sua longa experiência em busca da sintetização do LSD.

As propriedades alucinatórias psicodélicas do LSD, tão procuradas para a “expansão da mente”, nos permitem ver a cor do som, entre outras tantas experiências transcendentais. Sob circunstâncias normais, esta percepção do mundo não nos é permitida, porque não existem conexões no nosso cérebro ligando as cores aos sons, ou os sabores às cores. Menos complexa, a ponte entre o gosto da maçã e a própria maçã é um trajeto percorrido por bilhões de pessoas todos os dias, antes e depois de Newton.

De forma simplista, o LSD reduz o filtro das informações que passam pelo cérebro. A função desse filtro? Censura. Sem a ação do filtro, nossa mente está alegremente livre para criar, e pode construir conexões bizarras entre coisas corriqueiras do nosso dia-a-dia: como cor e som — que ao serem ligados, se transformam em uma nova idéia, um happening multissensorial, uma “viagem”.

Nos anos 50, Robert Rauschenberg, inventou a palavra combines (que hoje faz parte do dicionário) para seus experimentos visuais que combinavam, de forma inovadora, materiais não tradicionais (lixo, pra ser mais explícita). Ali, no vídeo da exposição Robert Rauschenberg, exibido no Instituto Tomie Otake, ele disse algo parecido com “ver coisas novas faz a gente pensar diferente”. E não ficou nas palavras. Auto-financiou um projeto conhecido por ROCI (pronuncia-se Rocky), o “Rauschenberg Overseas Culture Interchange”. Durante 7 anos viajou por 10 países, gastou uns 7 milhões de dólares para encorajar a paz e o entendimento mundial e produziu alguns de seus trabalhos mais fortes.

Faz 33 anos que Elvis morreu (morreu?) e as estruturas “normais” do mundo viraram de ponta cabeça. Conceitos tão simples de serem entendidos, explicados e replicados como trabalho, trabalhador, escritório, colaboração foram e estão sendo redefinidos.

No entanto, as estruturas e diretorias dentro das agências de publicidade pouco mudaram desde aquele dia que eu embarquei no “trem da morte”, rumo à Bolívia, nos idos de 1977. Ah, uma coisa mudou nas agências e todos concordam: a rentabilidade é bem menor! E por que?

Semana passada uma amiga me disse que agora a moda na agência dela não é mais trabalhar sábado e domingo só quando “o bicho pega”. Agora, se trabalha direto, simplesmente porque “pega bem”.

Não me parece que um bando de gente vivendo dia e noite enfiado numa agência possa estar produzindo o futuro da propaganda. Me faz lembrar da cortante frase do intelectual, duas vezes vencedor do Prêmio Pulitzer, Walter Lippmann e dos meus tempos de planejadora na TBWA\: “Quando todos estão pensando igual, ninguém está pensando muito”. Ou da definição de ideia, pelo redator James Webb Young: “uma idéia não é nada mais e nada menos que uma nova combinação de elementos já conhecidos”. No final da década de 40 Young montou a rede internacional da JWT.

Depois de todos estes anos, minha tentativa para “ver claramente”, “fazer combines”, “ROCI” e me livrar das armadilhas emocionais e psicológicas do dia-a-dia do nosso mundinho também é viajar, “Viajar para o Futuro”. Fazer pessoas se transportarem para daqui a 5 anos. Five Years From Now, é o meu negócio.

Portanto, imagine que hoje é fevereiro de 2015, e que estamos, neste momento, lendo em nossos gadgets sobre algumas tragédias do passado: as avassaladoras chuvas do verão de 2010 e o devastador terremoto no Haiti. Não se trata de prever os acontecimentos, mas de ver o presente lá do futuro. Sonhe que somos heptacampeões do mundo, sinta que falta apenas 1 ano para as Olimpíadas no Rio, comemore o sucesso da iniciativa da UNESCO de redução pela metade do analfabetismo adulto no mundo (771 milhões de adultos, a maioria mulheres) e participe da micareta para festejar a erradicação do analfabetismo na América Latina, juntamente com o início do desmatamento zero.

O exercício de viajar para o futuro, nos deixa cada vez mais íntimos deste longínquo-novo-lugar. E cada vez mais à vontade, para sonharmos com um futuro onde ainda tudo pode, tudo vale e tudo combines. Como todo movimento, esse exercício de ir e vir traz músculos que nos preparam mais e mais para estas jornadas. E com certa dose de certeza sobre o futuro, apostamos no presente com mais inventividade e convicção.

Ver o presente lá do futuro pode ser uma forma lúdica e diferente de criar fatos, objetos, protótipos e fazer combinações inexistentes. Aplicar o Código Jedi “There is no ignorance, there is knowledge” (Não existe ignorância, existe conhecimento).

Combinações inusitadas podem causar conversas inesperadas, que levam a imagens imprevisíveis, surpreendentes, não antecipadas. Imagens de novos engajamentos, novos modelos de negócios, formas, formatos, interações, visões. E intermediações entre a marca e o consumidor que façam vibrar as emoções arquetípicas mais profundas. Estas serão as imagens que estarão no páreo do futuro da propaganda.

A propaganda precisa de uma viagem para ser chacoalhada com contrações uterinas, hipotermia, febre, transpiração exacerbada, dilatação das pupilas, superprodução de saliva e muco, insônia, tremores, náuseas, distorções dos sons e experienciar dimensões espaciais e temporais adicionais.

A “cor do som” não é a apologia das viagens lisérgicas, nem das viagens galácticas a la Sir Richard Branson ou da contagem das eras de star wars. Mas viagens que provoquem mudanças cognitivas irresistíveis precisam acontecer. Para que possa surgir um novo universo deste negócio e que no futuro a gente continue a se deliciar e saborear o gosto da propaganda.

Beia Carvalho, presidente e piloto da consultoria de negócios 5 Years From Now®, é uma das convidadas a escrever sobre o Futuro da Propaganda, no jornal PropMark, que publica esta série de artigos em comemoração a seus 45 anos de existência, em 2010.




06
Jan 10

fada madrinha moderna

Beia Carvalho

Consultoria 5 Years From Now é capa!

Consultoria 5 Years From Now é capa!

Fada Madrinha Moderna

Entrevista publicada na Revista Bons Fluidos, JAN2010

Ela não tem vara de condão. No entanto, auxilia as pessoas a transformarem sonhos em realidade. A mágica conduzida por Beia de Carvalho começa com uma instigante pergunta: como será sua vida daqui a 5 anos?

Projetos não concretizados têm o poder de causar uma irritação tremenda em Beia de Carvalho. A empresária paulista é daquelas que sonha alto, mas no instante seguinte põe o plano em prática. Quando todos pensavam que ela iria colocar as pernas para cima e saborear o ócio, após uma trajetória de 25 anos pelas áreas de propaganda, marketing e comunicação de marcas, surpresa! Beia transformou o gosto por planejar o futuro em negócio. Sua proposta é inédita e consiste em convencer mulheres e homens de negócio a parar e refletir sobre os anos vindouros.

Mas, antes de misturar suas poções no workshop denominado Five Years From Now, ela tem de dissolver resistências. “A maioria pensa da seguinte forma: se não estou dando conta de me manter atualizado no aqui e agora, como vou arrumar tempo para pensar no futuro?”

Os que aceitam o convite de começar hoje a construir o amanhã de suas empresas têm de encarar o seguinte questionamento: estamos em 2015, conte o que você fez [em sua empresa] desde 2010. À primeira vista, a tarefa parece simples. Mas, na hora de botar as ideias no papel – sim, o workshop se inicia com a elaboração de uma carta -, as pessoas titubeiam. “É muito difícil refletir sobre o futuro sem um método e um monitoramento”, ela justifica.

No entanto, as travas iniciais se amolecem diante do bom humor e da sagacidade da mediadora, que segura as mãos de seus clientes (atendidos individualmente ou na companhia dos sócios) e os conduz por uma série de exercícios lúdicos. “A essência do workshop é fazer os participantes sonharem acordados”, ressalta. A bateria inclui atividades com baralhos, livre associação de imagens, avaliação de tendências de comportamento e por aí vai. Tudo o que é falado é escrito em cartazes que vão sendo colados nas paredes. E, depois, esses dizeres são submetidos a uma votação, a fim de determinar o que é mais relevante para a empresa”, explica a idealizadora.

Os encontros acontecem no moderno apartamento dessa fada madrinha hiperconectada com o mundo atual. Ali, ela instalou o escritório, colado a uma varanda de onde se pode avistar as árvores de um parque e ainda deitar numa rede. Bem ao lado, fica a sala de TV, brindada com um aconchegante sofá em forma de L. Tudo para que os visitantes se sintam à vontade e possam viajar no tempo, livres de qualquer amarra.

Na sequência, Beia fala sobre a importância de sonhar e, claro, de elencar as ações necessárias para trazer à vida real o que antes apenas habitava a esfera do desejo.

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08
Dec 09

Cápsula do Tempo: faça a sua

Time Capsules da 5 Years From Now®

Time Capsules da 5 Years From Now®

Time Capsule

Time Capsule

De mensagens dentro de garrafas jogadas ao mar às famosas Time Capsules de Andy Warhol, o homem sempre foi fascinado por brincar com a transcendência.

Cápsulas do tempo contem objetos e informações e são lacradas para serem abertas no futuro. O termo surgiu em 1937, mas a idéia remonta às mais antigas civilizações da Mesopotâmia.

Minha proposta para a sua cápsula do tempo é que você se transporte para o dezembro de 2014, daqui a 5 anos, e coloque dentro da caixa tudo o que você já realizou de 2009 a 2014. Pode ser em forma de cartas, bilhetes, gravações, objetos ou vídeos.

Em 2014, quando você abrir a sua cápsula do tempo, vai ver se concretizou o que sonhou para a sua vida. Vai encontrar lá seus desejos para daqui a 5 anos.

O que você gostaria de ver sobre você? Sua família? Sua carreira? Seu negócio? Suas conquistas? Sua atuação no mundo? Suas vitórias? Seus amores? Seus filhos? Seus netos? Sua vida!

Se você já começou a pensar no que conquistou de 2009 a 2014, já entrou no espírito da nossa cápsula do tempo. O espírito de ver o presente lá do futuro.

Instruções de uso para preparar sua memorabilia do futuro

1. escolha um momento gostoso

2. imagine-se em dezembro de 2014, somos heptacampeões do mundo e faltam menos de 2 anos para as Olimpíadas no Rio. Sacou?

3. solte-se!

4. comece a escrever para um amigo repassando as conquistas do seu negócio e da sua vida nos últimos 5 anos. As vitórias que um empreendedor com os seus desejos, as suas habilidades, vontades, ambição, determinação, tino, defeitos, azar e sorte conquistaram.

5. este é o espírito: o presente visto do futuro.

E se quiser um extenso projeto, aqui vão algumas idéias:

1. grave este “seu momento”, o que você já conquistou em 2014

2. coloque objetos de sorte—figas, crucifixos, fitas do Bomfim

3. a foto do nosso presidente em 2014?

4. um vídeo de como era sua vida em 2009 ou um relato sobre o mundo de 2009 e como você acha que ele é em 2014.

Enfim, pare, reflita, deseje, sonhe!

Este é o espírito do 5 Years From Now ver o seu negócio no futuro e agir no presente. Nós da 5 Years From Now® desejamos que daqui a 5 anos você se emocione e se surpreenda com o que sonhou sobre a sua vida neste planeta.

Boa sorte e mãos à obra!




11
Nov 09

Facebucks?

Let$ FaceBucks Together

Let'$ FaceBucks Together

Para mim, o auge da crise foi em março deste ano.

A coisa ficou preta e a gente não sabia ainda que aquilo era passageiro e que começaríamos a imbicar, ainda que lentamente, nos próximos meses. Meda!

Muita gente reclamando, pouca gente agindo. Eu dizia que as redes sociais eram uma luz no fim do túnel. Principalmente, naquele momento em que o tempo abundava. Principalmente, para os já desempregados.

Foi por aí que inventei o segundo workshop da minha consultoria: “Let’s Network Together”.

Nestes 6 meses de vida, o “Let’s” – como é carinhosamente chamado por mais de 120 empresários, profissionais liberais e executivos, que já fizeram o workshop – mudou a vida de muita gente. Basta dar uma olhada nos inacreditáveis depoimentos que são postados nas redes sociais. E mudou minha vida também. Lógico, que para muito melhor!

Nem todos de todos os grupos se conhecem, mas eu achei que deveriam. Porque muitas deles tem muito a lucrar num encontro tête-à-tête.

Diante da total impossibilidade de convidar uma a uma dessas pessoas a ir tomar um café comigo, surgiu o Let’$ Facebucks Together.

Let’$ FaceBucks Together é mais um ponto de encontro para os nossos negócios. Vamos testar uma ideia inédita: um coffee-break de 4 horas! Você mostra a cara, toma um café no starbucks e tenta fazer uns “buck$” a mais.

Teremos “pessoas-empresas-âncoras” que, juntamente comigo e com a Paola, receberão os nossos convidados, para um café no Starbucks da rua Amauri, das 4-8h da noite, dia 12, 5a. feira.

E você vai encontrar uns minutinhos para dar uma escapada do seu trabalho e ir lá tomar um café. Além dos “âncoras”, você ainda vai cruzar com participantes dos “Let’s”, amigos e amigos de amigos.

Passe lá, tome um café - que não mata ninguém – leve seus cartões, troque ideias, entre nas conversas, reveja amigos, faça novos. Venha fechar negócios pelo Let’s e fazer networking de verdade, relevante!

Âncoras desta primeira edição:

TinTin Vinhos: Consultoria e Entretenimento > Tais de Souza

Casa Caucaia: Cenografia e brand expererience > Renato Kublikowsky e Eduardo Marcondes

Estúdio Sampa: estúdio de fotografia > Egydio Zuanazzi

Plugged Research: Inteligência Competitiva nas redes sociais > Tatiana Tosi

MAG Coach: Maria Angelica Gonçalves > coach

CB Traduções: Interpretação simultânea e tradução juramentada > Cynthia Berriel

Michele Neyret Assessoria Pessoal de Estilo: Personal stylist > Michele Neyret

I9 e Le Pera: Palestras motivacionais > Marcos Le Pera

VENHA FAZER O LET’$ FACEBUCKS TOGETHER VALER!!!




31
Oct 09

Vamos aos Intangíveis!

Beia Carvalho: Vamos aos Intangíveis?Beia Carvalho: Vamos aos Intangíveis?

Estamos muito felizes com a repercussão dos nossos workshops entre clientes e amigos.

Agora, a imprensa divulga o nosso trabalho nesta matéria publicada no Jornal PropMark.
Acompanhem um pouco sobre a metodologia do 5 Years From Now: Boa leitura!

Método contempla o intangível
Projeto “5 Years From Now” orienta presente com viagem ao futuro
O antes, o agora e o depois. Trilogia essencial, mas muitas vezes um único desses itens pode pautar a agenda pessoal, o rumo de uma marca, produto ou serviço, erro estratégico capaz de liquidar planos e projetos.
A executiva Beia Carvalho, que atua no mercado de comunicação mercadológica há 25 anos, metade deles como sócia e vp de planejamento das agências Grottera e TBWA/BR e presidente da Tequila\Brasil, tem caminhos para orientar a busca de um posicionamento ideal, sobretudo para observar o futuro no presente. Um deles é o workshop “5 Years From Now” que integra o portfólio de projetos que está conduzindo. A essência do serviço é one to one, uma proposta cognitiva para formalizar uma visão de futuro com elementos lúdicos. No dia-a-dia o foco dos empresários está nos balanços,  investimentos, acionistass, turnovers, concorrência e bens de capital.